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ENCONTRO DE INCLUSÃO FINANCEIRA #02/2018 - USABILIDADE

Posted By Ana Mathias, Aspen Institute, Thursday, March 29, 2018
Updated: Wednesday, April 4, 2018

Acesse aqui a compilação do encontro.

Breno Barlach - Plano CDE

Confira o infográfico com os 5 principais insights da apresentação:

  • Muitas rendas variáveis, dfícil prever a entrada e de prever a saída
  • Renda variável gera imprevisibilidade
  •  Quanto menor a renda, maior a imprevisibilidade por causa da informalidade do emprego
  • Capital social é o que ajuda em momentos de imprevisibilidade: amigos, família, e até ongs que têm esse objetivo
  • Muitos gastos em dinheiro no dia-a-dia - a digitalização do dinheiro ainda não é tão usado por muitas da pessoas na classe CDE e isso representa um desafio para a inclusão financeira. 
  •  Desconfiança ainda existe sobre segurança do dinheiro em uma conta no banco entre as classes CDE
  •  Internet banking é pouco usada (no entanto ainda se usa bastante Facebook, Whatsapp, email, porém pouquíssimo recursos para pagamento de contas)
  •  Problemas de acesso são incentivos para uso de aplicativo (no entanto ainda existe muita desconfiança de uso do computador e do celular)
  • Capacidade de poupança é comprometida (um quinto da população tem dinheiro para emergências e um décimo guarda o dinheiro em casa e não no banco)
  •  O baixo uso dos aplicativos não é por falta de acesso a aparelhos, pois o acesso na classe CDE é quase igual as classes A e B.
  • Desafios de acesso à internet: tem celular e notebook, mas alguns não tem acesso a wifi principalmente pois muitos bairros ainda não têm infraestrutura e dependem do 3G do celular, o que tem uma limitação de dados nas classes mais baixas
  •  Internet gera acesso à educação: o youtube é um dos principais canais para ajudar na complementação da educação para pessoas das classes CDE.
  • Desafios de usabilidade: preocupação com a memória do celular é maior do que o uso do 3G e do wifi (as pessoas falam: "não vou apagar facebook e whatsapp). Textos e audios são pouco usados por populações de baixa renda.

 

Brainstorming de temáticas para os próximos encontros

Endividamento:

  • Como fazer educação financeira no momento do endividamento (planejamento de corto, médio e longo prazo)
  • Que outras estratégias podem ser usadas junto com educação financeira para sair da inadimplência (temos cases?)
  • Microempreendedores e endividamento (gargalos e soluções)

Escala

  • Educação financeira: como pode ser escaladas as soluções de inclusão financeira para outras classes? Não limitar por classes, mas aprender umas com as outras. 
  • Como digitalizar o capital social? Redes de crédito, empreendedores. Será que faz sentido ter soluções que padronizem isso e aumente essa escala? 
  •  Como é o passo anterior da escala: como trabalho com um grupo não bancarizado

Acesse aqui o estudo de segmentação em inclusão financeira no Brasil mencionado pelo Plano CDE durante a apresentação.

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ENCONTRO DE INCLUSÃO FINANCEIRA #01/2017 - PANORAMA E PLANEJAMENTO

Posted By Ana Mathias, Aspen Institute, Friday, December 15, 2017

Principais pontos discutidos - resumo pela ANDE

Frederic de Mariz - UBS

  • Inclusão financeira está atrelada a desenvolvimento.
  • 51% da população adulta na América Latina tem conta bancária, há alguns anos era apenas 30%.
  • 200 milhões de pessoas não tem conta bancária na América Latina
  • Na última década teve um aumento de quase 50% de utilização de pagamentos eletrônicos.
  • Principais perguntas para a criação de produtos de inclusão financeira: qual o cliente, qual o produto e o canal.
  • 3 dimensões da inclusão financeira: acesso, uso e qualidade. Qualidade é o mais difícil.
  • 4 tendências na inclusão financeira em mercados emergentes:

1) consolidação, tem cada vez menos pequenas financeiras, modelo já se esgotou. O que vemos são empresas grandes.

2) tecnologia: ajuda só o back office ou também o front office, atende o cliente?.

3) diversificação: menos crédito, olhar pra savings, seguros.

4) regulação: complexidade da supervisão, deixar acontecer, proteger o cliente, controlar o risco sistêmico.

  • Estamos vivendo uma mudança de paradigma no setor das finanças com inovações digitais como o Blockchain.
  • Inclusão Financeira não é sinônimo de bancarização.

Discussão

  • Quando falamos em inovação, o que este produto traz de diferente do anterior? É a mesma coisa com uma cara nova?
  • O principal problema não é acesso, mas adesão, usar os produtos.
  • Maioria das inovações atrelada a tecnologia, a adesão a tecnologia no Brasil é rápida.
  • Criar produtos para a base da pirâmide demanda fazer junto para desenhar um produto que eles vão realmente usar.

 

Dinâmicas de planejamento

Temáticas e provocações para 2018:

Grupo 1:

  • Como crias novos modelos de inclusão financeira sem ter o foco necessariamente em dar mais crédito?
  • Como incluir os jovens na inclusão financeira através da educação financeira? Em especial os que estão empreendendo.
  • Como incluir micro e pequenas empresas?
  • Como envolver o governo pra desenvolver políticas públicas que favoreçam a inclusão financeira?
  • Como aumentar o uso ou adoção de novos modelos digitais (“gameficação”, fidelização)?
  • Como criar serviços de conveniência (plataforma de trocas de pontuação)?
  • Por que não criar isenções fiscais de imposto de renda para quem está em outras modalidades, como o SIMPLES, utilizar?

Grupo 2

  • Trazer outras pessoas do governo ou outros agentes de meios mais diversificados, academia e escolas.
  • ANDE ser mais forte em advocacy com o apoio do grupo (ter mais corpo como grupo e pleitear coisas que fossem em prol do que viemos discutindo).
  •  Coordenação de encontros, porque tem encontros muito parecidos pra ser mais produtivo.
  • Conteúdo:
  • mapeamento dos serviços financeiros de impacto pra trazer uma visão de cada serviço diferente e de impacto.
  • discussão do que está acontecendo no Brasil hoje. Uma análise desse impacto, o que está por trás dele? Por que teve aderência?

 

Pessoas e organizações – Quem poderíamos convidar?:

Grupo 1

  • Professores com background de micro-finanças inovação e negócios digitais.
  • Empreendedores de fintechs.
  • Policymakers.
  • 1 representando do grupo do força tarefa e do ICE.
  • Coordenar os encontros que tem temáticas parecidas.

 Grupo 2

  • Uma pessoa da secretaria de inovação da cidade de São Paulo.
  • Google for education.
  •  Securitizadoras.
  • Pessoas de organizações de sociedade civil.
  • ONGs internacionais.
  • Academia (Insper, FGV).
  • Centros de pesquisa.

 

15 recomendações Força Tarefa de Finanças Sociais

 

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